quinta-feira, 4 de abril de 2013

Eu vivi no tempo em que a espada era lei
Cheguei a matar o grande(?) Rei
Foi hilário

Pra começar eu disse para aquele otário
Que o Mario
Não vivia mais atrás do armário
Ele me pagou meu salário
E então foi verificar
Aproveitei para, silenciosamente,no quarto entrar
Silenciosamente e montado numa vaca
Que não era nada fraca
E armado somente de uma faca
Eu ia fazer meu trabalho
Para depois ir jogar baralho
Mas me deparei com aquela terrível cena
Deu até pena
A lenda do Mario não era bem uma lenda
E eu acabei lhe dando uma oferenda
O Rei tinha virado sua prenda
Coitado do Rei salafrário
Dava gritinhos como um tricolor num balneário
E se ferrou mais que flamenguista em São Januário

Pra piorar sua situação apareceu o Luigi
E colocou o Rei em seu cabide
Não aguentava mais assistir aquilo

Até derrubei meu ensopado de esquilo
Pensei e pensei
E quando agi não pestanejei
Eu juntei ar e forte gritei
-Queridaaa Cheguei!
Quando eles pararam pra olhar eu aproveitei
E rápido como uma tartaruga os 3 eu matei

O povo me aclamou como novo Rei
Yay!
Sim herdei o trono
Mas não pensem que me tornei Gustavo,o nono
Nah sou arteiro
E enquanto comia brigadeiro
Resolvi me chamar Anasni,o primeiro
Meu reinado sobreviveu a era da espada

Mas hoje dele não resta nada
Acabei explodindo tudo quando criaram a arma sagrada
Uma granada
Agora me vou
Tô ansioso pra ouvir os remanecentes gritarem que o Rei voltou

(Anasni)

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