O tempo e espaço não fluíam corretamente
Pelo menos não ali onde o nada fluía eternamente
Bem nada não é o certo,não,não
Aquele era um mundo de eterna escuridão
E lá estava ela ali,aprisionada
Vendo séculos e milênios se passarem como e fossem nada
Ali o tempo era anormal
Não se passava de forma precisa e natural
Uma hora lá fora...
Bem,nesse mundo podia ser tudo,menos uma hora
As vezes podiam ser mais 10,outras vezes anos
Além disso o frio e a pressão,ali eram inumano
Eram tiranos...
Podendo deixar os mais sábios insanos
E ela ali aprisionada,vivendo sob de baixo dos panos
Com o tempo seu corpo começou a se encurvar
Mai e mais começou a se solidificar
Até que,acabou por se "petrificar"
E,numa espécie de ovo ela acabou por se tornar
Quanto tempo ela passou naquela forma,ela não sabia dizer
Tudo que sabia era que,estava viva,pois,seu coração estava a bater
Mas tudo ali parecia um doce adormecer
Onde ela não sentia nada nem mesmo que era um ser
Onde ela não podia sequer se mexer
Embora o desejo de vingança,ainda estivesse a queimar
Ela sentia que nada podia lhe perturbar
Então só ficou a ninar
Com o som do eu coração a ecoar
O tempo tudo muda,esse é o natural
E memo naquele mundo isso poderia ser o normal
Afinal...
Algo aconteceu
Uma presença,ali,apareceu
Era como um raio em plena movimentação
Ele exalava uma força,como uma força de aceleração
Era um infinito correr
E,de certa forma a casca do ovo,essa energia,começou a absorver
Mais e mais,fazendo ela finalmente começar a acordar
Ao ponto de conseguir ouvir um poderoso gritar
Tão poderoso que, tempo e espaço acabou por quebrar
Tão poderoso que fez aquela energia conseguir escapar
Não só isso,fez também com que,o ovo acabasse por,finalmente,chocar
Ela tinha acordado,e,só isso importava
E, pouco a pouco foi recuperando forças,enquanto eu corpo e movimentava
Ela olhou para fenda,que já estava começando a fechar
Mas,pareceu nem se importar
Aquele grito tinha quebrado o tecido tempo-dimensional
E ali ainda estava se espalhando de forma residual
Mesmo resíduos, partes mais frágeis poderiam rachar
E,assim,finalmente, ela poderia se soltar
O homem do olho dourado tinha roubado seu poder
Mas ela tinha quase certeza que,esse problema,já tinham coneguido resolver
Como ele havia se chamado mesmo?Anti Trollador?
Tentar se comparar ao criador?
Aquele era só um mortal pecador
Um mero perdedor
Mas,ela ainda queria se vingar
Não sabia de quem,mas destruição queria causar
Ela estava cansada de esperar
Então nas "paredes" começou a se chocar
Ela não percebia que com isso,lá fora,o céu estava a piscar
Então soltou um silvo estridente
Que somado aos resíduos do grito tiveram um efeito surpreendente
Um buraco se abriu
Mortais ela viu
Então,com sua calda,mortalmente,uma ela feriu
Puxou-a de volta e,o buraco começou a forçar
O que fez o buraco se arrombar
Ela finalmente estava livre,e,viu que ali haviam vários mortais pra detroçar
Subiu então ao céus soltando um ruidoso sibilar
(GAMMN)
"Nós poetas que chegamos aos Elísios,saudamos todos que aqui adentrarem,e esperamos que gostem de nossos poemas e que os deuses lhes tragam bons ventos" (Orfeu)
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
TZ:TdP pt4:XXVI:O Renascimento
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Obrigado por opinar,volte sempre