Como eu pude me esquecer?
Como?Alguém pode me dizer?
Meu brilho estava se apagando
Eu estava me diminuindo,me auto difamando
Mas...
Não mais
Eu sou o Sol da meia noite,a luz na escuridão
Um poeta imortal,um mago sem comparação
Pra que me diminuir?
Pra que me magoar,pra que querer fugir?
O Ikhor divino corre parcialmente em mim
Então,por que estar nesse auto ódio sem fim?
Se alguém não me quer,beleza
Não vou me afundar em tristeza
Afinal,há quem queira
E,não flo de brincadeira
Posso não ser o mais bonito
Mas sei que passo em qualquer requisito
Sou fiel,amigo,verdadeiro e inteligente
Sou tanto correto como inconsequente
Sou esforçado,sou orgulhoso
Sou um bardo de coração bondoso
Sou prudente,alegre,festeiro
E,se amo,me dou por inteiro
Nõ,não sou perfeito
Mas,sou feliz da forma que fui feito
Cansei de me desmerecer
Cansei de me diminuir para outros enaltecer
Eu sou o filho do Sol,e é como deve ser
Tenho amor próprio para dar e vender
(Phoenix)
"Nós poetas que chegamos aos Elísios,saudamos todos que aqui adentrarem,e esperamos que gostem de nossos poemas e que os deuses lhes tragam bons ventos" (Orfeu)
segunda-feira, 5 de julho de 2021
O Filho do Sol
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