O amor é algo que nos renegou
Eu lhe mostro que o Indigno é melhor
Não tente algo que te abandonou
Pra variar tudo desandou
( Luzes, Câmera
No ar em três...dois
Que comece o show)
E agora um bomba
Um certo poeta ultrapassado
Tem passado os dias versiando como todos os anos
Será que do amor ele sente falta?
Por que ele ainda se importa?
Mas, na parodia de hoje
Vamos zombar o quanto ele tentou
Será que ele ainda não se mancou?
Seu status ele não muda
Se ajuda, eu trago noticias
Ele é feio, antigo
Está preso a Zona do amigo
Não passa de um covarde
Considere isso um fato
Ninguém te acha um gato
É uma besta, um poeta chato
É isso meu neném
Sua poesia não te mantém
Não é muso de ninguém
É melhor desistir também
Eu sei que tenho razão
Hora de ter essa visão
Jamais chegará a sua vez
É tão bom não tê-lo aqui
Sem amor? C'est la vie!
Que saudade de Versiar pra vocês
É estava tudo tranquilo
Mas o amor faz bem mais meu estilo
Voltei pra parada
[Que conversa fiada]
Já basta esse palhaço fugir da concorrência [Qualé]
Você é imaturo, se sente inseguro
Seu estilo é besteira, fraco a beça!
[Não te interessa!]
Sempre o mesmo chorão abandonado
[Eu sou o futuro
Esse seu amor está bem datado]
Será mesmo que é natural?
Ou tristeza residual?
Sem o amor você não é alguém [Ah Nem Vem!]
E o melhor está por vir
Esse meu amor não pode sumir [Qualé]
Eu não sei bem quando desistir
Calma aí seu poetinha
Vem que eu te mato!
<Ish olha o teatro!>
Miserável!
<Acho que seu xororô acabou!>
No final
Vou mostrar quem eu sou
O amor venceu
Seu ego todo frágil já cedeu
Eu sou Orfeu!
(Indigno Orfeu/ Orfeu)
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