Nem sempre era divertido, mas, era sua sina
Ele tinha escolhido ascender a deidade
E como deus, essa era uma responsabilidade
Sua capa branca estava ali perto, pendurada
Ao lado dela, sua lendária espada
Ele só trajava sua armadura, escura como breu
Afinal, aquele era um momento apenas seu
Ele levantou-se e, a capa e a espada, acabou por pegar
Então, o salão, ele começou a atravessar
Uma bela estrada de estrelas, guiava seu caminho
Com elas, ele nunca se sentia sozinho
Ele era o Imperador das Estrelas, o deus do Universo
Sempre justo, sábio e, em pensamentos, imerso
Ele era o primeiro Imperador de Utopia
Seu guardião e protetor, fosse noite ou dia
(Utopiano)
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