quarta-feira, 9 de abril de 2025

O Poder do Verde

Coroi, que fome do cacete
Será culpa daquele estranho rabanete?
Ele era azul e me deixou numa boa
Tô até rindo atoa

No topo dele ele tinha uma planta peculiar
He he he peculiar, que palavra espetacular
Que viagem bro, que viagem
Tô até vendo elefantes treinando massagem

Essa era da potente
Do verde mais caliente
Caramba, agora que notei, esse local tem espelhos
E meus olhos tão tipo daquele rabanete, vermelhos

É isso aí mermão
Meus versos serão assim porque estou locão
Um pequeno adendo enquanto encaro meu reflexo
Não adianta procurarem,  isso não tem nenhum Nexo
(Anasni)

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